terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Agostinho da Silva- Filósofo contemporâneo


Agostinho da Silva

http://ensina.rtp.pt/temas-artigo/filosofia/





São muitas as ferramentas que a web 2.0 nos possibilita, quer para o processo educativo em sala de aula, quer para a biblioteca escolar. As WebQuest, a plataforma moodle, a Caça ao Tesouro, o CilpArt, os  podcasts, O MoMup, os blogs são exemplos dessas ferramentas que possibilitam estratégias de motivação para o sucesso escolar. Estas ferramentas possibilitam também uma  articulação entre a Biblioteca escolar e a sala de aula, num trabalho que se pretende ser em rede, possibilitando desta forma um novo ambiente de aprendizagem e uma diversidade de possibilidades. A Web 2.0  é, desta forma, uma ferramenta que irá mudar a natureza do ensino e da aprendizagem, na medida em que promovem novas metodologias de ensinar, possibilitando, também, o trabalho colaborativo. Esta articulação poderá incluir ainda outras instituições da comunidade, criando as chamadas Comunidades de Prática, onde se pretende explorar as sinergias  coletivas de modo a um trabalho concertado.  É pois função da biblioteca escolar identificar esses serviços/instituições da comunidade (estabelecimentos de ensino superior, biblioteca municipal, Escola Segura, escritores, artistas, Museus, etc)com os quais a escola pode articular na realização de um trabalho colaborativo, em projetos comuns. Estes canais de comunicação e interatividade locais são, também eles, o motor da dinâmica da biblioteca e constituem, também, novos ambientes de aprendizagem e novas possibilidades de saber fazer.

Estamos, portanto, perante um novo paradigma em que o processo educativo deve dar prioridade aaquisiçao da capacidade intelectual necessária para aprender a aprender durante toda a vida, obtendo informação armazenada digitalmente, recombinando-a e utilizando-a para produzir conhecimentos para o objectivo desejado em cada momento (Castells, 2004, p. 320).

No entanto, há questões que se levantam no que concerne à idoneidade de determinada informação digital: Quem faz a supervisão científica dessa informação? Como distinguir o que deve ou não servir como fonte bibliográfica digital?

Se o processo educativo exige cada vez mais o domínio das tecnologias por que razão as TIC não são disciplina obrigatória em todos os cursos de formação de docentes?

Penso que existe muitas ferramentas digitais e muito pouca utilização das mesmas, quer na sala de aula, quer nas bibliotecas escolares. As ferramentas que existem não são exploradas e por isso mesmo rentabilizadas a favor de um processo educativo colaborativo e inovador.