sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
São muitas as ferramentas que a web 2.0 nos
possibilita, quer para o processo educativo em sala de aula, quer para a
biblioteca escolar. As WebQuest, a plataforma moodle, a Caça ao Tesouro, o
CilpArt, os podcasts,
O MoMup, os blogs são exemplos
dessas ferramentas que possibilitam estratégias de motivação para o sucesso
escolar. Estas
ferramentas possibilitam também uma
articulação entre a Biblioteca escolar e a sala de aula, num trabalho
que se pretende ser em rede, possibilitando desta forma um novo ambiente de
aprendizagem e uma diversidade de possibilidades. A Web 2.0 é, desta forma, uma ferramenta que irá mudar
a natureza do ensino e da aprendizagem, na medida em que promovem novas
metodologias de ensinar, possibilitando, também, o trabalho colaborativo. Esta
articulação poderá incluir ainda outras instituições da comunidade, criando as
chamadas Comunidades de Prática, onde se pretende explorar as sinergias coletivas de modo a um trabalho
concertado. É pois função da biblioteca
escolar identificar esses serviços/instituições da comunidade (estabelecimentos
de ensino superior, biblioteca municipal, Escola Segura, escritores, artistas,
Museus, etc)com os quais a escola pode articular na realização de um trabalho
colaborativo, em projetos comuns. Estes canais de comunicação e interatividade locais
são, também eles, o motor da dinâmica da biblioteca e constituem, também, novos
ambientes de aprendizagem e novas possibilidades de saber fazer.
Estamos, portanto, perante um novo paradigma em que o
processo educativo deve dar prioridade a“aquisiçao da
capacidade intelectual necessária para aprender a aprender durante toda a vida,
obtendo informação armazenada digitalmente, recombinando-a e utilizando-a para
produzir conhecimentos para o objectivo desejado em cada momento” (Castells, 2004, p. 320).
No entanto, há questões que se levantam no que
concerne à idoneidade de determinada informação digital: Quem faz a supervisão
científica dessa informação? Como distinguir o que deve ou não servir como fonte
bibliográfica digital?
Se o processo educativo exige cada vez mais o domínio
das tecnologias por que razão as TIC não são disciplina obrigatória em todos os
cursos de formação de docentes?
Penso que existe muitas ferramentas digitais e muito
pouca utilização das mesmas, quer na sala de aula, quer nas bibliotecas
escolares. As ferramentas que existem não são exploradas e por isso mesmo
rentabilizadas a favor de um processo educativo colaborativo e inovador.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
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